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Denise Guilherme da Silva São Paulo, SP A Ginger, mais conhecida como Bolota, foi um verdadeiro presente da vida em 2007. Um ano difícil, cheio de mudanças, escolhas e perdas. Ela chegou numa quinta-feira de julho e foi descobrindo cada espaço do meu novo canto e enchendo-o com a sua presença carinhosa e arteira. Sim, porque ela adora um afago (e quem não gosta?), seguidos de mordidinhas, pulos e brincadeiras de esconder. Logo, logo, meu amigos e familiares que nem eram tão chegados aos bichanos, se apaixonaram por essa figura. A Bolota é a prova de que a gente só precisa mesmo de carinho, um teto e comida pra ser feliz. O resto é tudo invenção pra suprir essas faltas. É isso o que ela me diz todos dias, quando se aninha em meu peito, lambe meu queixo e mia pra me dar boa noite! Uma delícia! |
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Anna Carolina Paiva Porto Alegre, RS O Romeu foi adotado num domingo à tarde, dia 1° de julho, na feira de adoção do Parque da Redenção, aqui em Porto Alegre. Ele tinha 30 dias aproximadamente. A adoção de um cão não resolve o problema do abandono e irresponsabilidade de muitos donos. Mas é um começo e uma nova chance de vida a um dos seres mais fiéis e amigos que existem. Nunca me passou pela cabeça comprar um cão. Amigo não se compra, né? Só estávamos esperando ter uma casa pra poder adotar um. O Romeu foi um sonho que se realizou! Ele tinha muitas pulgas e infestado de vermes. Não sabíamos nada sobre cachorros. Mas, foi um prazer cuidar dele e vê-lo ficar cada vez mais forte e feliz! Hoje ele está com 6 meses, lindo, esperto e cheio de vida! www.thestreetdog.blogspot.com |
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Jane Mendonça Araxá, MG Essas duas garotas são uma das maiores alegrias da minha vida.Lua(a minha pretinha) e Asla(a minha amarelinha)fazem meus dias serem mais lindos. Têm personalidades diferentes.Enquanto Lua é calma,centrada,obediente,meiga e delicada,Asla se parece comigo: brincalhona,desajeitada,meninona,inquieta...Uma sou eu ,a outra é o meu marido.No entanto amo-as com a mesma intensidade. |
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Adriana M. Bittar São Paulo, SP Eu queria uma cachorrinha, de preferência preta ou marrom, mas, como cachorros são como filhos que a gente não escolhe, fui fisgada por este branquelinho. É um lhasa-apso fofo e inteligente, e, ao contrário do que dizem sobre a raça, o Juca é muito receptivo às visitas e ama crianças. Mas cachorro é coisa séria! Devemos pensar bem se o queremos mesmo, pois não se trata de um brinquedo que possa ser descartado. São fofinhos enquanto filhotes, mas é preciso responsabilidade, pois dão trabalho, sim, e exigem atenção, cuidado e muito amor. |
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Marcelo São Paulo, SP Cachorra amamentando os filhotes |
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Flávia da Silva Nogueira Presidente Médici, RO Já essa foto é da Mini-mini, uma dos 5 gatinhos que jogaram numa caixa de sapato, dentro da varanda do meu serviço. Eles tinham apenas uns cinco dias de nascido... Ainda estavam com o cordãozinho no umbigo. Sou veterinária e tratei dos 5 , na mamadeira, dando remédios para pneumonia e síndrome respiratória felina. Um melhorava o outro apresentava outra doença. Mas consegui salvar os 5, doei 2, e 3 figuras ficaram comigo. Foram castrados com 7 meses e vivem com os 4 cães, harmoniosamente. A Mini-mini adora ficar dentro de casa, por isso fica inventando histórias diferentes, como se sentar dentro do cesto de lixo...;) Romário gosta de ficar na frente de casa e Clarinha gosta mesmo é de ficar com Toko, o pitbull. Beijos para vcs todos. |
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Flávia da Silva Nogueira Presidente Médici, RO Tenho uma família de 4 cães e 3 gatos. Toko, Madonna, Kadu e Naomi (cães) e Mini-mini, Romário e Clarinha (gatos). Eles são o meu grande luxo, que me permite ter... Precisa compromisso, tempo e muito amor para essa turma, cada um com seu temperamento e necessidades. Mando a foto do Toko, que é um pitbull, que infelizmente, sofre com o preconceito. Por isso essa foto é tem o título de "Ataque do Pitbull", pois o bichinho é o maior beijoqueiro da paróquia. Beijos para vcs todos. |
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Simone Silva Picui, PB Aí está ela: Sereia. ah, falta explicar porque esse nome, né? antigamente acreditava-se que colocar nome de "peixe" em cachorro afastaria a possibilidade de doença (apesar que "sereia" não é propriamente um peixe...) |
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Marília São Paulo, SP Acho que é de conhecimento de todos, pelo menos de todos os meus visitantes assíduos (hmm, que metida, não? Enfim…), que sou doida por cachorros e sempre quis ter um aqui no apê_ pra quem não se lembra, é só revirar os posts anteriores que, com certeza, vai achar! Em Poços de Caldas, na casa do meu pai, temos quatro salsichinhas mega-ultra-fofas. Na casa dos avós do Rodrigo, tem dois pinchers (tremeliquentos como todo pincher, but anyway). Queria, de preferência, uma salsichinha aqui em casa (tinha que ser fêmea, pois acho que elas são mais carinhosas). O Rô queria um tremel… ops, um pincher. Já tinha até me deixado convencer por ele, mas depois mudei de idéia: são pequenos demais… imagina a gente passeando com ele pela rua? Pareceria mais uma pulga do que um dog. Bom, tínhamos encerrado o assunto e combinamos que teríamos uma dog ano que vem. Em agosto, vi que o Rô estava respondendo um email pra uma mulher chamada Maria Augusta. Como sou pouco ciumenta, quis logo saber quem era essa pessoa! Aí ele me mostrou o email dela (dizendo que sou chata e que estrago as surpresas), com a foto de uma cachorrinha preta e branca, sem raça definida, mas misturada com salsichinha. Me apaixonei! Mas ela ainda iria ser castrada… tínhamos que esperar. Mil dúvidas se passavam na nossa cabeça: sobre a dog (chamada de Matilda pela Maria Augusta, uma pessoa muito legal que cuida de cachorros abandonados, e tem um blog onde divulga os bichinhos para adoção) ficar sozinha, ficar triste, deprimida, não se acostumar, sobre nós… Esperamos…. Em setembro, chega um email dela, dizendo que ela já havia sido castrada há uma semana e nos aguardava para conhecê-la. Deu medo, receio, mas fomos. Dia 29 de setembro. Chegamos lá e a dog nos recebeu com festa, virando a barriguinha pra cima! Achamos ela mais comprida e maior do que esperávamos. Mas resolvemos fazer o teste por uma semana (corforme a Maria Augusta havia nos sugerido). Lilo (nome que demos a ela_ e não me venham perguntar se ela é macho!! É Lilo igual à Lilo do desenho Lilo & Stich!! Hunf!!) chegou em sua nova casa. Improvisamos uma caminha na sala, compramos ração e potinhos de água e comida, a madrinha Fefa fez uma visita, levando um ossinho e uma roupinha. No fim do dia, eu já estava certa: a Lilo veio para ficar! Dócil, meiga, obediente, carinhosa, dorminhoca, “fanfarrona” e todas as qualidades existentes no mundo_ ela as possui. Não chora quando saímos, faz festa quando chegamos… temos dado a ela todo o nosso amor! Não chora mas me faz chorar, né? Pois de tão quietinha que ela é, dia desses coloquei na cabeça que ela estava triste e depressiva… e tive uma crise de choro homérica!!! (Chegaria a ser cômico, se não fosse trágico! Rô e Fefa tiveram que ter uma paciência…). Sem contar que morro a cada vez que saio e deixo-a sozinha! Já foi ao veterinário, que constatou que ela tem por volta de 1 ano e 6 meses (vai fazer niver em abril, dia nove, pra combinar com o meu niver que é dia nove de outro mês!). Já ganhou caminha e coleira… Já viajou conosco pra Poços e conheceu seus avós!! (Meu pai se derreteu por ela! Nem preciso contar que as minhas quatro de lá estranharam um pouco; duas delas estranharam bastante e praticamente não chegaram perto da Lilo, que estava doida pra brincar com todas!). Estou super feliz de tê-la em minha vida! É muito muito muito bom! Ela já ocupa um lugar cativo em nosso coração! Postada no meu blog: http://maroma.wordpress.com |
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Adriana Baldin Taboão da Serra, SP A Lisa morava com uma outra dona que teve que se mudar para fora do país. Através de uma amiga eu a descobri e resolvi cuidar dela. Já fazem 7 anos que ela vive comigo. |
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Andreza e Tiago Recife, PE Estes são Balthazar e Amelie Poulain... Foram adotados há pouco mais de um ano... Bal foi encontrado em um estacionamento e Amelie na praia. Desde então são a alegria da casa! Entraram em nossas vidas quando estávamos passando por um momento difícil e foram essenciais para que nossa vida melhorasse, pois nos mostraram o quanto é importante curtir as coisas simples que ela nos oferece.... Como o companheirismo, a cumplicidade, as brincadeiras, o respeito ao próximo e o amor gratuito. |
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Cristiane Vilar Brasília, DF Esta é a Deise. Eu a encontrei há cinco anos abandonada em uma garagem. Foi amor à primeira vista! Ela mudou a vida de todos nós para melhor. |
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Thatiana Almeida Ferreira Itabira, MG Esta é a Pulguinha! Não é propriamente minha cachorrinha, mas acho que ela me escolheu. Ela vive na rua, mas já a alguns meses ela vem até minha casa para se alimentar e ganhar um pouco de carinho. Providenciei ração e água, para nunca faltarem quando ela aparecer. Ela é livre e assim vai continuar. O portão de casa tem uma fresta, onde ela cabe direitinho, então ela entra e sai quando quer. Até fiz uma caminha, e deixei lá, ela adorou! O máximo é que ela me reconhece na rua, quando passo por ela. É muito gratificante o seu amor sincero, exigindo apenas um pouco de afeto e cuidado... Eu amo animais, já tenho uma outra cachorrinha, a Sofia, uma poodle muito sapeca, mas não resisti a essa carinha, e resolvi adotar a Pulguinha. Não é irresistível? |
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Luciene Rochael Belo Horizonte, MG Esta maltês se chama Juliette. Ela foi muito importante para nós. Eu a ganhei de presente quando estava grávida da minha filha. Juliette chegou filhote e aos poucos foi conquistando todos nós. Tornou-se uma "cadelinha" muito charmosa, carinhosa, sociável e educada. Quando nossa filha nasceu, Juju participava de todos os momentos e tornou-se grande amiga e companheira da nossa filha. Infelizmente, quando meu pai adoeceu, e meu marido trabalhava em outra cidade, ficou muito difícil cuidar de tudo e da Juliette sozinha, além de que estávamos todos muito alérgicos. Então optamos por doar a Juju para a pessoa que lhe dava o seu banho semanal e era proprietária de um pet shop. Confesso que sentimos muita falta da Juju, do cariho e entusiasmo dela quando chegavámos em casa. Valeu, Juju! Saudades! |
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Michele Santos Recife, PE Este é Tom, meu mini schanuzer, aos 5 meses. Faz-me companhia nas tardes em que trabalho em casa, enroscadinho aos pés da cadeira do escritório. Sabe apreciar os primeiros raios de sol da manhã, uma boa caminhada e um afago na barba. Me ensina todos os dias o quão pouco é preciso para se viver bem. |
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Lucila Tiemi Watanabe São Paulo, SP essa é minha fofa, amor da minha vida, Tuk ! O nome foi dado pelo meu irmão porque ela sempre se escondia debaixo de algum armário e depois batia a cabeça, fazendo "tuc".´Foi abandonada numa pet, ela tinha uns 2 meses, tadinha..é minha companheira, e adora brincar de "esconder" !!! Não é linda? |
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Ana Paula Hironaka São Paulo, SP Este é o Zezinho. Gato-cachorro. Foi resgatado da rua num dia chuvoso. Passo horas me divertindo que ele e com sua irmã mais velha Mimi (também inteirinha preta). Além de muito arteiro, Zezinho também fala muito. |
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Lia Fernandes Alves de Lima Fortaleza, CE A Chleo e o Francisco (na cadeira) são gatos da raça "pêlo curto brasileiro", vulgo pé duro. O que lhes falta de pedigree, sobra no companheirismo, na alegria e no amor. Companheiros de uma vida longa! |
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Nara Garcia Codo Brasília, DF Desde sempre fui apaixonada por animais. Todos!! Quando era pequena, minha mãe não gostava muito e, por conta disso, não podia conviver com eles em casa. Era só na vontade...Depois de grande, pagando minhas contas, arcando com as consequências das minhas escolhas na vida, enxergo com responsabilidade e paixão, ainda, o fato de ter animais em casa. Tenho um cachorro e 3 gatos...E não existe lugar melhor que a minha casa!!!!Nos divertimos( eu e meu marido) assistindo às brincadeiras deles, conhecendo a personalidade de cada um deles, o companheirismo de um amor incondicional que tem muito, mas muito mesmo a nos ensinar... Mal ligamos a TV!!! Sei o privilégio que é saber o valor desses momentos e o retorno de cada gesto carinhoso entre nós 6!! |
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Ana Paula Lückman Florianópolis, SC Eu e meu marido tínhamos um casal de boxers - Lola, 5 anos, e Fidel, 3 anos - e não pensávamos em adotar mais nenhum cachorro. Mas há pouco mais de um ano, num domingo de almoço em família, Sebastiana apareceu no portão. Estava muito suja, com o pêlo escuro totalmente tomado por carrapichos (que muita gente chama de "pega-pega"), abanando humildemente o rabinho. Percebemos que era um filhote e resolvemos recolhê-la para dar um bom banho e encaminhá-la para adoção. Mas estranhamos que, mesmo vindo da rua, ela não comia, apenas aceitava água, e bem pouquinho. Levamos a pequena ao veterinário, que confirmou que ela era bem novinha, tinha apenas três meses. Depois de alguns exames foi diagnosticado que ela tinha erliquiose, doença provocada por um parasita transmitido pelo carrapato - ela estava com muitos carrapatos quando a achamos, e a sorte foi termos tirado todos bem rápido. Era muito triste ver a reação dela ao rejeitar comida... nem carne com arroz ela aceitava! E ficava o tempo todo querendo se esconder, aparentemente querendo morrer em paz. Mas nós não deixamos. No segundo dia de tratamento com antibióticos, ela finalmente comeu - e nós fizemos a maior festa! Daí pra frente foi só alegria. A idéia de encaminhá-la para adoção foi esquecida e hoje temos três lindos e saudáveis cachorros fazendo suas traquinagens no quintal. Ela foi muito bem aceita na matilha. Foi castrada aos nove meses e hoje tem estimados 1 ano e 5 meses. Na foto ela ainda era mais novinha, mas vejam se essa carinha não é de apaixonar! |
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Doralice Belém, PA Este é Angelim, o mais velho de uma família de cinco. Temperamental, nervoso, tem alma de cachorro. Mas nos entendemos muito bem. É meu preferido. |
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Izabela Maria Dias Moreira
Belo horizonte, MG Tenho 8 cachorros,todos vira latas q peguei na rua.Adoro todos eles, mas a minha primeira cachorra e o meu xodo!!!ela e uma vira lata pequena marrom, inteligente de abrir portas e todos os dias a noite eu chamar p ela sair do sofa e ir fazer xixi p dormir!!!tenho uma casa de campo e um dia meu vizinho me chamou e falou q tinha achado uma cachorra, ela tinha 5 dias de vida e as meninas da casa n queriam ficar com ela porque ela chorava a noite e tava com muito carrapato!!peguei, dei banho e vermifugo, passei remedio, ela tava toda triste e fraca, de repente depois desses procedimentos, virou uma espuleta, a coisa mais generosa e dada!!!ela tem umas orelhas maior q ela, mas se acha uma rainha, disso n tenho duvida!hj ela ta com 12 anos, e poe ordem nos outros cachorros.obrigada!gostaria mmmuito q ela saisse na revista, que por falar nisso adooooooooro essa revista, criativa, inteligente e muito informativa!!! um abraco grande, Izabela Dias |
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