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Redwoods

Os mais altos e alguns dos mais antigos seres vivos do mundo, as sequoias prosperam na costa oeste americana

texto Tatiana Achcar
fotos Eduardo Green

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A neblina do Pacífico chega em silêncio e carrega a umidade que alimenta as florestas com as imensas, impressionantes e magníficas sequoias

Terra de gigantes

A estreita faixa costeira entre o sul do Oregon e a Califórnia central é uma terra de superlativos: os maiores incêndios do mundo, tempestades furiosas, madeireiras vorazes, ambientalistas radicais e as maiores árvores do planeta. As redwoods, ou sequoias, têm o tamanho de um prédio de 30 andares e são elos vivos com a pré-história. Crescem de uma semente tão pequena quanto a do tomate e vivem até 2 mil anos. São, portanto, testemunhas das inúmeras transformações do planeta e das civilizações.

A ciência as nomeou Sequoia sempervirens em homenagem ao líder indígena Sequoya e aos superpoderes da gigante, que resiste ao fogo, com sua grossa casca, e se adapta a condições climáticas diferentes – frescor e umidade na base, vento e secura no topo. Dentro da floresta, uma festa invisível acontece sobre a nossa cabeça: certas plantas e animais passam a vida toda na copa da árvore. São aves, roedores, insetos e esquilos planadores. Quando o vento sopra a 160 km/h e balança sem dó as copas, é nas companheiras que as sequoias se firmam. As raízes se entrelaçam às das semelhantes e formam uma floresta de um só abraço.

A partir de 1850, com o desenvolvimento do oeste americano, a atividade madeireira extraiu quase por completo as florestas para erguer cidades inteiras com a madeira nobre e abundante. Em 1918, a sociedade civil criou a Liga Salve as Redwoods para assegurar às futuras gerações o sentimento de admiração e paz que estas maravilhas naturais inspiram. Por meio de doações, a liga mantém 60 parques e reservas. Então, em 1968, o Congresso americano, pressionado por ambientalistas, criou o Redwood National Park. Mas um amante da natureza sabe que a resistência nunca termina. Para manter a Sempervirens realmente viva, Julia Butterfly subiu em uma sequoia de 55 m de altura e 600 anos de idade, apelidada Luna, e lá ficou por 738 dias. O ato de desobediência da americana de 23 anos impediu que uma grande empresa madeireira cortasse Luna e mais 12 mil metros quadrados destes enormes seres vivos.

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Terra de gigantes

A estreita faixa costeira entre o sul do Oregon e a Califórnia central é uma terra de superlativos: os maiores incêndios do mundo, tempestades furiosas, madeireiras vorazes, ambientalistas radicais e as maiores árvores do planeta. As redwoods, ou sequoias, têm o tamanho de um prédio de 30 andares e são elos vivos com a pré-história. Crescem de uma semente tão pequena quanto a do tomate e vivem até 2 mil anos. São, portanto, testemunhas das inúmeras transformações do planeta e das civilizações.

A ciência as nomeou Sequoia sempervirens em homenagem ao líder indígena Sequoya e aos superpoderes da gigante, que resiste ao fogo, com sua grossa casca, e se adapta a condições climáticas diferentes – frescor e umidade na base, vento e secura no topo. Dentro da floresta, uma festa invisível acontece sobre a nossa cabeça: certas plantas e animais passam a vida toda na copa da árvore. São aves, roedores, insetos e esquilos planadores. Quando o vento sopra a 160 km/h e balança sem dó as copas, é nas companheiras que as sequoias se firmam. As raízes se entrelaçam às das semelhantes e formam uma floresta de um só abraço.

A partir de 1850, com o desenvolvimento do oeste americano, a atividade madeireira extraiu quase por completo as florestas para erguer cidades inteiras com a madeira nobre e abundante. Em 1918, a sociedade civil criou a Liga Salve as Redwoods para assegurar às futuras gerações o sentimento de admiração e paz que estas maravilhas naturais inspiram. Por meio de doações, a liga mantém 60 parques e reservas. Então, em 1968, o Congresso americano, pressionado por ambientalistas, criou o Redwood National Park. Mas um amante da natureza sabe que a resistência nunca termina. Para manter a Sempervirens realmente viva, Julia Butterfly subiu em uma sequoia de 55 m de altura e 600 anos de idade, apelidada Luna, e lá ficou por 738 dias. O ato de desobediência da americana de 23 anos impediu que uma grande empresa madeireira cortasse Luna e mais 12 mil metros quadrados destes enormes seres vivos.

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A morte de uma velha sequoia significa vida para as mais jovens, que ficam dormentes por muitos anos na sombra das gigantes, esperando a chance de se banhar ao sol

Terra de gigantes

A estreita faixa costeira entre o sul do Oregon e a Califórnia central é uma terra de superlativos: os maiores incêndios do mundo, tempestades furiosas, madeireiras vorazes, ambientalistas radicais e as maiores árvores do planeta. As redwoods, ou sequoias, têm o tamanho de um prédio de 30 andares e são elos vivos com a pré-história. Crescem de uma semente tão pequena quanto a do tomate e vivem até 2 mil anos. São, portanto, testemunhas das inúmeras transformações do planeta e das civilizações.

A ciência as nomeou Sequoia sempervirens em homenagem ao líder indígena Sequoya e aos superpoderes da gigante, que resiste ao fogo, com sua grossa casca, e se adapta a condições climáticas diferentes – frescor e umidade na base, vento e secura no topo. Dentro da floresta, uma festa invisível acontece sobre a nossa cabeça: certas plantas e animais passam a vida toda na copa da árvore. São aves, roedores, insetos e esquilos planadores. Quando o vento sopra a 160 km/h e balança sem dó as copas, é nas companheiras que as sequoias se firmam. As raízes se entrelaçam às das semelhantes e formam uma floresta de um só abraço.

A partir de 1850, com o desenvolvimento do oeste americano, a atividade madeireira extraiu quase por completo as florestas para erguer cidades inteiras com a madeira nobre e abundante. Em 1918, a sociedade civil criou a Liga Salve as Redwoods para assegurar às futuras gerações o sentimento de admiração e paz que estas maravilhas naturais inspiram. Por meio de doações, a liga mantém 60 parques e reservas. Então, em 1968, o Congresso americano, pressionado por ambientalistas, criou o Redwood National Park. Mas um amante da natureza sabe que a resistência nunca termina. Para manter a Sempervirens realmente viva, Julia Butterfly subiu em uma sequoia de 55 m de altura e 600 anos de idade, apelidada Luna, e lá ficou por 738 dias. O ato de desobediência da americana de 23 anos impediu que uma grande empresa madeireira cortasse Luna e mais 12 mil metros quadrados destes enormes seres vivos.

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Na mão de madeireiros, milhões de toras foram ao chão para virar casas em cidades californianas, como São Francisco. Hoje, existe apenas 5% da floresta original

Terra de gigantes

A estreita faixa costeira entre o sul do Oregon e a Califórnia central é uma terra de superlativos: os maiores incêndios do mundo, tempestades furiosas, madeireiras vorazes, ambientalistas radicais e as maiores árvores do planeta. As redwoods, ou sequoias, têm o tamanho de um prédio de 30 andares e são elos vivos com a pré-história. Crescem de uma semente tão pequena quanto a do tomate e vivem até 2 mil anos. São, portanto, testemunhas das inúmeras transformações do planeta e das civilizações.

A ciência as nomeou Sequoia sempervirens em homenagem ao líder indígena Sequoya e aos superpoderes da gigante, que resiste ao fogo, com sua grossa casca, e se adapta a condições climáticas diferentes – frescor e umidade na base, vento e secura no topo. Dentro da floresta, uma festa invisível acontece sobre a nossa cabeça: certas plantas e animais passam a vida toda na copa da árvore. São aves, roedores, insetos e esquilos planadores. Quando o vento sopra a 160 km/h e balança sem dó as copas, é nas companheiras que as sequoias se firmam. As raízes se entrelaçam às das semelhantes e formam uma floresta de um só abraço.

A partir de 1850, com o desenvolvimento do oeste americano, a atividade madeireira extraiu quase por completo as florestas para erguer cidades inteiras com a madeira nobre e abundante. Em 1918, a sociedade civil criou a Liga Salve as Redwoods para assegurar às futuras gerações o sentimento de admiração e paz que estas maravilhas naturais inspiram. Por meio de doações, a liga mantém 60 parques e reservas. Então, em 1968, o Congresso americano, pressionado por ambientalistas, criou o Redwood National Park. Mas um amante da natureza sabe que a resistência nunca termina. Para manter a Sempervirens realmente viva, Julia Butterfly subiu em uma sequoia de 55 m de altura e 600 anos de idade, apelidada Luna, e lá ficou por 738 dias. O ato de desobediência da americana de 23 anos impediu que uma grande empresa madeireira cortasse Luna e mais 12 mil metros quadrados destes enormes seres vivos.

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Algumas redwoods crescem em círculos, ligadas umas às outras, como irmãs. O fenômeno acontece quando uma árvore madura cai e dá origem a novos brotos ao seu redor

Terra de gigantes

A estreita faixa costeira entre o sul do Oregon e a Califórnia central é uma terra de superlativos: os maiores incêndios do mundo, tempestades furiosas, madeireiras vorazes, ambientalistas radicais e as maiores árvores do planeta. As redwoods, ou sequoias, têm o tamanho de um prédio de 30 andares e são elos vivos com a pré-história. Crescem de uma semente tão pequena quanto a do tomate e vivem até 2 mil anos. São, portanto, testemunhas das inúmeras transformações do planeta e das civilizações.

A ciência as nomeou Sequoia sempervirens em homenagem ao líder indígena Sequoya e aos superpoderes da gigante, que resiste ao fogo, com sua grossa casca, e se adapta a condições climáticas diferentes – frescor e umidade na base, vento e secura no topo. Dentro da floresta, uma festa invisível acontece sobre a nossa cabeça: certas plantas e animais passam a vida toda na copa da árvore. São aves, roedores, insetos e esquilos planadores. Quando o vento sopra a 160 km/h e balança sem dó as copas, é nas companheiras que as sequoias se firmam. As raízes se entrelaçam às das semelhantes e formam uma floresta de um só abraço.

A partir de 1850, com o desenvolvimento do oeste americano, a atividade madeireira extraiu quase por completo as florestas para erguer cidades inteiras com a madeira nobre e abundante. Em 1918, a sociedade civil criou a Liga Salve as Redwoods para assegurar às futuras gerações o sentimento de admiração e paz que estas maravilhas naturais inspiram. Por meio de doações, a liga mantém 60 parques e reservas. Então, em 1968, o Congresso americano, pressionado por ambientalistas, criou o Redwood National Park. Mas um amante da natureza sabe que a resistência nunca termina. Para manter a Sempervirens realmente viva, Julia Butterfly subiu em uma sequoia de 55 m de altura e 600 anos de idade, apelidada Luna, e lá ficou por 738 dias. O ato de desobediência da americana de 23 anos impediu que uma grande empresa madeireira cortasse Luna e mais 12 mil metros quadrados destes enormes seres vivos.

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