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Polaroids urbanas

As legendárias máquinas sucumbem diante da praticidade digital. Mas alguns fotógrafos brasileiros produzem imagens que prometem durar para além de cada nova onda

Texto Piero Locatelli

slideshow-polaroide-01.jpg|Impaciente, a filha de Edward Land lhe perguntou por que não podia ver uma foto no mesmo instante em que a tirou. A questão foi suficiente para Land criar os filmes de revelação instantânea. Mais tarde, eles viraram sinônimo do nome da sua empresa, a Polaroid. Em 1947, o inventor colocou a tecnologia de toda uma sala escura no espaço entre duas folhas de papel. Perfeita para a época, a invenção conquistou facilmente uma América cheia de pressa e dinheiro.

Cinqüenta e um anos depois do invento, no último mês de fevereiro, a empresa parou de produzir seus lendários filmes. Mas não houve grande surpresa nesse fim, esperado desde a década passada. Em tempos digitais, o momento da revelação das polaroids, que antes parecia um instante, tornou-se uma eternidade. Além disso, polaroids não podem ser enviadas por e-mail, manipuladas com facilidade ou publicadas na internet.

Na batalha comercial contra suas irmãs digitais, esse tipo de foto analógica sucumbiu. Mas, em vez de cair no esquecimento, como outras tecnologias descartáveis, ela contina sendo a matéria- prima da obra de diversos fotógrafos. Esse uso não se explica só pela nostalgia que o belo formato dela motiva. Nenhuma máquina produz a mesma cor, saturação e textura de uma polaroid.

A praticidade e a facilidade de operação de seus primeiros modelos, feitos para o uso caseiro em retratos, ajudaram a criar uma linguagem específica desses filmes. Nela, muitas vezes o olhar é privilegiado sobre a técnica e até o desfoque pode ser um aliado. Frutos da última geração de fotógrafos brasileiros com esse tipo de máquina, as fotos dessas páginas ilustram como a polaroid é insubstituível. É muito difícil imaginá- las feitas de outra forma.|Foto: Armando Prado slideshow-polaroide-02.jpg|Impaciente, a filha de Edward Land lhe perguntou por que não podia ver uma foto no mesmo instante em que a tirou. A questão foi suficiente para Land criar os filmes de revelação instantânea. Mais tarde, eles viraram sinônimo do nome da sua empresa, a Polaroid. Em 1947, o inventor colocou a tecnologia de toda uma sala escura no espaço entre duas folhas de papel. Perfeita para a época, a invenção conquistou facilmente uma América cheia de pressa e dinheiro.

Cinqüenta e um anos depois do invento, no último mês de fevereiro, a empresa parou de produzir seus lendários filmes. Mas não houve grande surpresa nesse fim, esperado desde a década passada. Em tempos digitais, o momento da revelação das polaroids, que antes parecia um instante, tornou-se uma eternidade. Além disso, polaroids não podem ser enviadas por e-mail, manipuladas com facilidade ou publicadas na internet.

Na batalha comercial contra suas irmãs digitais, esse tipo de foto analógica sucumbiu. Mas, em vez de cair no esquecimento, como outras tecnologias descartáveis, ela contina sendo a matéria- prima da obra de diversos fotógrafos. Esse uso não se explica só pela nostalgia que o belo formato dela motiva. Nenhuma máquina produz a mesma cor, saturação e textura de uma polaroid.

A praticidade e a facilidade de operação de seus primeiros modelos, feitos para o uso caseiro em retratos, ajudaram a criar uma linguagem específica desses filmes. Nela, muitas vezes o olhar é privilegiado sobre a técnica e até o desfoque pode ser um aliado. Frutos da última geração de fotógrafos brasileiros com esse tipo de máquina, as fotos dessas páginas ilustram como a polaroid é insubstituível. É muito difícil imaginá- las feitas de outra forma.|Foto: Armando Prado slideshow-polaroide-03.jpg|Impaciente, a filha de Edward Land lhe perguntou por que não podia ver uma foto no mesmo instante em que a tirou. A questão foi suficiente para Land criar os filmes de revelação instantânea. Mais tarde, eles viraram sinônimo do nome da sua empresa, a Polaroid. Em 1947, o inventor colocou a tecnologia de toda uma sala escura no espaço entre duas folhas de papel. Perfeita para a época, a invenção conquistou facilmente uma América cheia de pressa e dinheiro.

Cinqüenta e um anos depois do invento, no último mês de fevereiro, a empresa parou de produzir seus lendários filmes. Mas não houve grande surpresa nesse fim, esperado desde a década passada. Em tempos digitais, o momento da revelação das polaroids, que antes parecia um instante, tornou-se uma eternidade. Além disso, polaroids não podem ser enviadas por e-mail, manipuladas com facilidade ou publicadas na internet.

Na batalha comercial contra suas irmãs digitais, esse tipo de foto analógica sucumbiu. Mas, em vez de cair no esquecimento, como outras tecnologias descartáveis, ela contina sendo a matéria- prima da obra de diversos fotógrafos. Esse uso não se explica só pela nostalgia que o belo formato dela motiva. Nenhuma máquina produz a mesma cor, saturação e textura de uma polaroid.

A praticidade e a facilidade de operação de seus primeiros modelos, feitos para o uso caseiro em retratos, ajudaram a criar uma linguagem específica desses filmes. Nela, muitas vezes o olhar é privilegiado sobre a técnica e até o desfoque pode ser um aliado. Frutos da última geração de fotógrafos brasileiros com esse tipo de máquina, as fotos dessas páginas ilustram como a polaroid é insubstituível. É muito difícil imaginá- las feitas de outra forma.|Foto: Armando Prado slideshow-polaroide-04.jpg|Impaciente, a filha de Edward Land lhe perguntou por que não podia ver uma foto no mesmo instante em que a tirou. A questão foi suficiente para Land criar os filmes de revelação instantânea. Mais tarde, eles viraram sinônimo do nome da sua empresa, a Polaroid. Em 1947, o inventor colocou a tecnologia de toda uma sala escura no espaço entre duas folhas de papel. Perfeita para a época, a invenção conquistou facilmente uma América cheia de pressa e dinheiro.

Cinqüenta e um anos depois do invento, no último mês de fevereiro, a empresa parou de produzir seus lendários filmes. Mas não houve grande surpresa nesse fim, esperado desde a década passada. Em tempos digitais, o momento da revelação das polaroids, que antes parecia um instante, tornou-se uma eternidade. Além disso, polaroids não podem ser enviadas por e-mail, manipuladas com facilidade ou publicadas na internet.

Na batalha comercial contra suas irmãs digitais, esse tipo de foto analógica sucumbiu. Mas, em vez de cair no esquecimento, como outras tecnologias descartáveis, ela contina sendo a matéria-prima da obra de diversos fotógrafos. Esse uso não se explica só pela nostalgia que o belo formato dela motiva. Nenhuma máquina produz a mesma cor, saturação e textura de uma polaroid.

A praticidade e a facilidade de operação de seus primeiros modelos, feitos para o uso caseiro em retratos, ajudaram a criar uma linguagem específica desses filmes. Nela, muitas vezes o olhar é privilegiado sobre a técnica e até o desfoque pode ser um aliado. Frutos da última geração de fotógrafos brasileiros com esse tipo de máquina, as fotos dessas páginas ilustram como a polaroid é insubstituível. É muito difícil imaginá-las feitas de outra forma.|Foto: Armando Prado slideshow-polaroide-05.jpg|Impaciente, a filha de Edward Land lhe perguntou por que não podia ver uma foto no mesmo instante em que a tirou. A questão foi suficiente para Land criar os filmes de revelação instantânea. Mais tarde, eles viraram sinônimo do nome da sua empresa, a Polaroid. Em 1947, o inventor colocou a tecnologia de toda uma sala escura no espaço entre duas folhas de papel. Perfeita para a época, a invenção conquistou facilmente uma América cheia de pressa e dinheiro.

Cinqüenta e um anos depois do invento, no último mês de fevereiro, a empresa parou de produzir seus lendários filmes. Mas não houve grande surpresa nesse fim, esperado desde a década passada. Em tempos digitais, o momento da revelação das polaroids, que antes parecia um instante, tornou-se uma eternidade. Além disso, polaroids não podem ser enviadas por e-mail, manipuladas com facilidade ou publicadas na internet.

Na batalha comercial contra suas irmãs digitais, esse tipo de foto analógica sucumbiu. Mas, em vez de cair no esquecimento, como outras tecnologias descartáveis, ela contina sendo a matéria-prima da obra de diversos fotógrafos. Esse uso não se explica só pela nostalgia que o belo formato dela motiva. Nenhuma máquina produz a mesma cor, saturação e textura de uma polaroid.

A praticidade e a facilidade de operação de seus primeiros modelos, feitos para o uso caseiro em retratos, ajudaram a criar uma linguagem específica desses filmes. Nela, muitas vezes o olhar é privilegiado sobre a técnica e até o desfoque pode ser um aliado. Frutos da última geração de fotógrafos brasileiros com esse tipo de máquina, as fotos dessas páginas ilustram como a polaroid é insubstituível. É muito difícil imaginá-las feitas de outra forma.|Foto: Armando Prado slideshow-polaroide-06.jpg|Impaciente, a filha de Edward Land lhe perguntou por que não podia ver uma foto no mesmo instante em que a tirou. A questão foi suficiente para Land criar os filmes de revelação instantânea. Mais tarde, eles viraram sinônimo do nome da sua empresa, a Polaroid. Em 1947, o inventor colocou a tecnologia de toda uma sala escura no espaço entre duas folhas de papel. Perfeita para a época, a invenção conquistou facilmente uma América cheia de pressa e dinheiro.

Cinqüenta e um anos depois do invento, no último mês de fevereiro, a empresa parou de produzir seus lendários filmes. Mas não houve grande surpresa nesse fim, esperado desde a década passada. Em tempos digitais, o momento da revelação das polaroids, que antes parecia um instante, tornou-se uma eternidade. Além disso, polaroids não podem ser enviadas por e-mail, manipuladas com facilidade ou publicadas na internet.

Na batalha comercial contra suas irmãs digitais, esse tipo de foto analógica sucumbiu. Mas, em vez de cair no esquecimento, como outras tecnologias descartáveis, ela contina sendo a matéria-prima da obra de diversos fotógrafos. Esse uso não se explica só pela nostalgia que o belo formato dela motiva. Nenhuma máquina produz a mesma cor, saturação e textura de uma polaroid.

A praticidade e a facilidade de operação de seus primeiros modelos, feitos para o uso caseiro em retratos, ajudaram a criar uma linguagem específica desses filmes. Nela, muitas vezes o olhar é privilegiado sobre a técnica e até o desfoque pode ser um aliado. Frutos da última geração de fotógrafos brasileiros com esse tipo de máquina, as fotos dessas páginas ilustram como a polaroid é insubstituível. É muito difícil imaginá-las feitas de outra forma.|Foto: Armando Prado slideshow-polaroide-07.jpg|Impaciente, a filha de Edward Land lhe perguntou por que não podia ver uma foto no mesmo instante em que a tirou. A questão foi suficiente para Land criar os filmes de revelação instantânea. Mais tarde, eles viraram sinônimo do nome da sua empresa, a Polaroid. Em 1947, o inventor colocou a tecnologia de toda uma sala escura no espaço entre duas folhas de papel. Perfeita para a época, a invenção conquistou facilmente uma América cheia de pressa e dinheiro.

Cinqüenta e um anos depois do invento, no último mês de fevereiro, a empresa parou de produzir seus lendários filmes. Mas não houve grande surpresa nesse fim, esperado desde a década passada. Em tempos digitais, o momento da revelação das polaroids, que antes parecia um instante, tornou-se uma eternidade. Além disso, polaroids não podem ser enviadas por e-mail, manipuladas com facilidade ou publicadas na internet.

Na batalha comercial contra suas irmãs digitais, esse tipo de foto analógica sucumbiu. Mas, em vez de cair no esquecimento, como outras tecnologias descartáveis, ela contina sendo a matéria-prima da obra de diversos fotógrafos. Esse uso não se explica só pela nostalgia que o belo formato dela motiva. Nenhuma máquina produz a mesma cor, saturação e textura de uma polaroid.

A praticidade e a facilidade de operação de seus primeiros modelos, feitos para o uso caseiro em retratos, ajudaram a criar uma linguagem específica desses filmes. Nela, muitas vezes o olhar é privilegiado sobre a técnica e até o desfoque pode ser um aliado. Frutos da última geração de fotógrafos brasileiros com esse tipo de máquina, as fotos dessas páginas ilustram como a polaroid é insubstituível. É muito difícil imaginá-las feitas de outra forma.|Foto: Marcelo Pallotta slideshow-polaroide-08.jpg|Impaciente, a filha de Edward Land lhe perguntou por que não podia ver uma foto no mesmo instante em que a tirou. A questão foi suficiente para Land criar os filmes de revelação instantânea. Mais tarde, eles viraram sinônimo do nome da sua empresa, a Polaroid. Em 1947, o inventor colocou a tecnologia de toda uma sala escura no espaço entre duas folhas de papel. Perfeita para a época, a invenção conquistou facilmente uma América cheia de pressa e dinheiro.

Cinqüenta e um anos depois do invento, no último mês de fevereiro, a empresa parou de produzir seus lendários filmes. Mas não houve grande surpresa nesse fim, esperado desde a década passada. Em tempos digitais, o momento da revelação das polaroids, que antes parecia um instante, tornou-se uma eternidade. Além disso, polaroids não podem ser enviadas por e-mail, manipuladas com facilidade ou publicadas na internet.

Na batalha comercial contra suas irmãs digitais, esse tipo de foto analógica sucumbiu. Mas, em vez de cair no esquecimento, como outras tecnologias descartáveis, ela contina sendo a matéria-prima da obra de diversos fotógrafos. Esse uso não se explica só pela nostalgia que o belo formato dela motiva. Nenhuma máquina produz a mesma cor, saturação e textura de uma polaroid.

A praticidade e a facilidade de operação de seus primeiros modelos, feitos para o uso caseiro em retratos, ajudaram a criar uma linguagem específica desses filmes. Nela, muitas vezes o olhar é privilegiado sobre a técnica e até o desfoque pode ser um aliado. Frutos da última geração de fotógrafos brasileiros com esse tipo de máquina, as fotos dessas páginas ilustram como a polaroid é insubstituível. É muito difícil imaginá-las feitas de outra forma.|Foto: Marcelo Pallotta slideshow-polaroide-09.jpg|Impaciente, a filha de Edward Land lhe perguntou por que não podia ver uma foto no mesmo instante em que a tirou. A questão foi suficiente para Land criar os filmes de revelação instantânea. Mais tarde, eles viraram sinônimo do nome da sua empresa, a Polaroid. Em 1947, o inventor colocou a tecnologia de toda uma sala escura no espaço entre duas folhas de papel. Perfeita para a época, a invenção conquistou facilmente uma América cheia de pressa e dinheiro.

Cinqüenta e um anos depois do invento, no último mês de fevereiro, a empresa parou de produzir seus lendários filmes. Mas não houve grande surpresa nesse fim, esperado desde a década passada. Em tempos digitais, o momento da revelação das polaroids, que antes parecia um instante, tornou-se uma eternidade. Além disso, polaroids não podem ser enviadas por e-mail, manipuladas com facilidade ou publicadas na internet.

Na batalha comercial contra suas irmãs digitais, esse tipo de foto analógica sucumbiu. Mas, em vez de cair no esquecimento, como outras tecnologias descartáveis, ela contina sendo a matéria-prima da obra de diversos fotógrafos. Esse uso não se explica só pela nostalgia que o belo formato dela motiva. Nenhuma máquina produz a mesma cor, saturação e textura de uma polaroid.

A praticidade e a facilidade de operação de seus primeiros modelos, feitos para o uso caseiro em retratos, ajudaram a criar uma linguagem específica desses filmes. Nela, muitas vezes o olhar é privilegiado sobre a técnica e até o desfoque pode ser um aliado. Frutos da última geração de fotógrafos brasileiros com esse tipo de máquina, as fotos dessas páginas ilustram como a polaroid é insubstituível. É muito difícil imaginá-las feitas de outra forma.|Foto: Marcelo Pallotta slideshow-polaroide-10.jpg|Impaciente, a filha de Edward Land lhe perguntou por que não podia ver uma foto no mesmo instante em que a tirou. A questão foi suficiente para Land criar os filmes de revelação instantânea. Mais tarde, eles viraram sinônimo do nome da sua empresa, a Polaroid. Em 1947, o inventor colocou a tecnologia de toda uma sala escura no espaço entre duas folhas de papel. Perfeita para a época, a invenção conquistou facilmente uma América cheia de pressa e dinheiro.

Cinqüenta e um anos depois do invento, no último mês de fevereiro, a empresa parou de produzir seus lendários filmes. Mas não houve grande surpresa nesse fim, esperado desde a década passada. Em tempos digitais, o momento da revelação das polaroids, que antes parecia um instante, tornou-se uma eternidade. Além disso, polaroids não podem ser enviadas por e-mail, manipuladas com facilidade ou publicadas na internet.

Na batalha comercial contra suas irmãs digitais, esse tipo de foto analógica sucumbiu. Mas, em vez de cair no esquecimento, como outras tecnologias descartáveis, ela contina sendo a matéria-prima da obra de diversos fotógrafos. Esse uso não se explica só pela nostalgia que o belo formato dela motiva. Nenhuma máquina produz a mesma cor, saturação e textura de uma polaroid.

A praticidade e a facilidade de operação de seus primeiros modelos, feitos para o uso caseiro em retratos, ajudaram a criar uma linguagem específica desses filmes. Nela, muitas vezes o olhar é privilegiado sobre a técnica e até o desfoque pode ser um aliado. Frutos da última geração de fotógrafos brasileiros com esse tipo de máquina, as fotos dessas páginas ilustram como a polaroid é insubstituível. É muito difícil imaginá-las feitas de outra forma.|Foto: Marcelo Pallotta slideshow-polaroide-11.jpg|Impaciente, a filha de Edward Land lhe perguntou por que não podia ver uma foto no mesmo instante em que a tirou. A questão foi suficiente para Land criar os filmes de revelação instantânea. Mais tarde, eles viraram sinônimo do nome da sua empresa, a Polaroid. Em 1947, o inventor colocou a tecnologia de toda uma sala escura no espaço entre duas folhas de papel. Perfeita para a época, a invenção conquistou facilmente uma América cheia de pressa e dinheiro.

Cinqüenta e um anos depois do invento, no último mês de fevereiro, a empresa parou de produzir seus lendários filmes. Mas não houve grande surpresa nesse fim, esperado desde a década passada. Em tempos digitais, o momento da revelação das polaroids, que antes parecia um instante, tornou-se uma eternidade. Além disso, polaroids não podem ser enviadas por e-mail, manipuladas com facilidade ou publicadas na internet.

Na batalha comercial contra suas irmãs digitais, esse tipo de foto analógica sucumbiu. Mas, em vez de cair no esquecimento, como outras tecnologias descartáveis, ela contina sendo a matéria-prima da obra de diversos fotógrafos. Esse uso não se explica só pela nostalgia que o belo formato dela motiva. Nenhuma máquina produz a mesma cor, saturação e textura de uma polaroid.

A praticidade e a facilidade de operação de seus primeiros modelos, feitos para o uso caseiro em retratos, ajudaram a criar uma linguagem específica desses filmes. Nela, muitas vezes o olhar é privilegiado sobre a técnica e até o desfoque pode ser um aliado. Frutos da última geração de fotógrafos brasileiros com esse tipo de máquina, as fotos dessas páginas ilustram como a polaroid é insubstituível. É muito difícil imaginá-las feitas de outra forma.|Foto: Marcelo Pallotta slideshow-polaroide-12.jpg|Impaciente, a filha de Edward Land lhe perguntou por que não podia ver uma foto no mesmo instante em que a tirou. A questão foi suficiente para Land criar os filmes de revelação instantânea. Mais tarde, eles viraram sinônimo do nome da sua empresa, a Polaroid. Em 1947, o inventor colocou a tecnologia de toda uma sala escura no espaço entre duas folhas de papel. Perfeita para a época, a invenção conquistou facilmente uma América cheia de pressa e dinheiro.

Cinqüenta e um anos depois do invento, no último mês de fevereiro, a empresa parou de produzir seus lendários filmes. Mas não houve grande surpresa nesse fim, esperado desde a década passada. Em tempos digitais, o momento da revelação das polaroids, que antes parecia um instante, tornou-se uma eternidade. Além disso, polaroids não podem ser enviadas por e-mail, manipuladas com facilidade ou publicadas na internet.

Na batalha comercial contra suas irmãs digitais, esse tipo de foto analógica sucumbiu. Mas, em vez de cair no esquecimento, como outras tecnologias descartáveis, ela contina sendo a matéria-prima da obra de diversos fotógrafos. Esse uso não se explica só pela nostalgia que o belo formato dela motiva. Nenhuma máquina produz a mesma cor, saturação e textura de uma polaroid.

A praticidade e a facilidade de operação de seus primeiros modelos, feitos para o uso caseiro em retratos, ajudaram a criar uma linguagem específica desses filmes. Nela, muitas vezes o olhar é privilegiado sobre a técnica e até o desfoque pode ser um aliado. Frutos da última geração de fotógrafos brasileiros com esse tipo de máquina, as fotos dessas páginas ilustram como a polaroid é insubstituível. É muito difícil imaginá-las feitas de outra forma.|Foto: Marcelo Pallotta

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