![]() |
![]() |
Imagine trocar aquele hotel impessoal pelo aconchego de uma casa e a experiência de conhecer um lugar do ponto de vista de quem vive lá, vai ao supermercado, conversa com os vizinhos, cozinha o próprio jantar. Mas, melhor, não paga nada pela morada. Existe uma maneira de se hospedar assim, sem desembolsar um centavo. Uma não, duas. A mais conhecida é a de troca de hospitalidade. Você cadastra seu perfil em um dos portais que intermedeiam anfitrião e hóspede (o maior é o CouchSurfing, com cerca de 365 mil usuários em 224 países, mais de 4 mil no Brasil), dispõe sua casa para receber viajantes do mundo todo e pode ser recebido na casa deles também. A mais recente novidade por aqui é a troca de casas, em que uma família se muda para a casa da outra ao mesmo tempo. Também dá para trocar uma casa de praia por uma de campo, por exemplo - o que permite que a viagem ocorra em datas diferentes. É seguro? Bem, a cada ano são realizadas cerca de 250 mil trocas com sucesso. Mas valem algumas dicas. “Antes, você se corresponde por e-mail, fala pelo telefone, troca fotos recentes das casas e confere se o endereço existe mesmo”, diz Ademar Couto, que passou ileso pela experiência 17 vezes e criou o portal Trocacasa.com.br, que já tem 17 mil residências cadastradas, 120 no Brasil.
Conheça a edição deste mês folheando a revista aqui no site
Destaques da edição
Edições anteriores
Assine a revista
Folheie a edição