slideshow_correio_01.jpg|"Dezessete de junho de 2002, com dois dias de atraso, decolamos. Eu pilotando o Stearman; Tadeu, o Maule;"|slideshow_correio_02.jpg|"Lalo amarrado no banco longitudinal criado especialmente na parte de trás do avião para esta aventura."|slideshow_correio_03.jpg|"Lá foi ele, preso por uma arreio de alpinista, com as pernas para fora e apoiadas em um estribo. O banco foi apelidado de o trono do Lalo".|slideshow_correio_04.jpg|"Ali ele ficaria sentado por 150 horas de vôo, chicoteado pelo vento e frio por todos os lados. "|slideshow_correio_05.jpg|"Sua paixão e concentração eram tão grandes que não percebeu, por exemplo, quando o motor parou, enquanto ele fotografava acima de uma montanha."|slideshow_correio_06.jpg|"Muitos dias depois ele perguntou: - O que aconteceu naquele dia? - O motor parou - foi minha resposta. - Parou?! "|slideshow_correio_07.jpg|"Nosso projeto foi feito em três etapas. Na primeira, Tania foi buscar a memória do CAN em depoimentos e entrevistas, voando com o piloto Tadeu em um Maule por 32 dias."|slideshow_correio_08.jpg|"Na segunda etapa, Lalo voou no mesmo avião e com o mesmo piloto por um mês buscando a visão dos pilotos do Correio Aéreo Nacional, fotografando o Brasil do jeito que eles viam os pequenos povoados - alguns transformados hoje em grandes cidades - , tendo feito oito mil fotos. "|slideshow_correio_09.jpg|"Além disso, e talvez o mais importante de tudo, eles foram abrindo os caminhos para a terceira e mais difícil etapa: Refazer a rota do Tocantins a bordo do Stearman. "|slideshow_correio_10.jpg|Trechos do relato do piloto extraído do site Nas asas do Correio Aéreo. Leia mais acessando o site: www.correioaereo.com.br|