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Naturismo, nudismo, peladismo. O nome varia, mas a sensação é a mesma: ficar sem roupa, à vontade, uma experiência tão forte que cativa muita gente ao redor do planeta. Na Alemanha, onde a prática nasceu como uma terapia da saúde, a helioterapia – banhos de sol com o corpo nu para combater várias doenças – , são mais de 2 milhões de praticantes. No Brasil, há 250 mil adeptos cadastrados. Para a psicanalista Terezinha Mendonça, doutora em ciências sociais e presidente do Instituto de Estudos da Complexidade, trata-se de uma prática com sentido político. “Os naturistas almejam romper com certos padrões de conduta, recuperando um modo mais espontâneo da nossa capacidade gestual e expressiva. Buscam libertar-se do ônus imposto pelo culto do corpo perfeito”, ela diz. Mas para Pedro Ribeiro, presidente da Associação Naturista da Praia do Abricó, próxima do Rio de Janeiro, o conforto também importa. “A sensação do naturista é de grande bem-estar. É um alívio não ter roupas apertando qualquer parte do corpo.”
www.naturis.com.br
www.natmg.org.br
Algumas praias de nudismo:
Pinho, Camboriú (SC)
Massarandupió, Entre Rios (BA)
Olho de Boi, Búzios (RJ)
Brava, Caraguatatuba (SP)
Abricó, Rio das Ostras (RJ)
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