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Uma espécie nativa do cerrado de que muita gente sequer ouviu falar promete conquistar o paladar brasileiro. É o baru, fruto do qual se come a castanha e que, além de saboroso, faz bem à saúde: sua amêndoa possui mais potássio, fósforo e magnésio que a soja e a castanha de caju. Segundo pesquisadores do Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, a castanha é também fonte de energia, com alto teor de gordura e proteína. E não é só. A frutinha também vira azeite, farinha, licor e óleo. “Com tudo isso, a castanha do baru é fonte de renda para a população local e impede que o cerrado seja devorado pela monocultura de soja”, afirma Edmilson Vasconcelos, do Centro de Estudos e Exploração Sustentável do Cerrado, que promove a conservação do cerrado e o extrativismo sustentável da castanha no município de Pirenópolis, em Goiás. A gente aqui da redação comeu e aprovou.
Cenesc, Centro de Estudos e Exploração Sustentável do Cerrado, (62) 331-1425
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