![]() |
![]() |
A vida das crianças de Ponte Alta do Tocantins nunca mais foi a mesma desde que Laís Fleury, Sylvia Guimarães e Maria Teresa Meimberg passaram por ali. Lá e em outros 21 municípios da chamada Amazônia Legal – a grande área de floresta que abrange os estados do Acre, Amazonas, Amapá, Maranhão, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e Mato Grosso –, as três jovens deixaram um rico acervo: caixas de madeira fabricadas por detentos do Presídio Metropolitano de Marituba (Pará) contendo cerca de 300 livros infanto-juvenis. Durante dois anos, as amigas batalharam para conseguir patrocinadores que bancassem a idéia de levar livros até escolas públicas de locais de difícil acesso. Depois, elas treinaram 550 professores das escolas selecionadas para ensinar a despertar o interesse dos alunos pela leitura. Hoje, a Expedição Vaga-Lume tem muito a comemorar: já chegou a 17 mil crianças. “Escolhemos distribuir livros porque uma biblioteca é um patrimônio perene que abre horizontes”, diz Laís. “É um prazer imenso desenvolver um trabalho como esse, uma prova de que todos podem fazer alguma coisa bacana pelo outro, desde que acreditem nessa idéia e sejam perseverantes.” Para este ano, as meninas querem levar, além de 10 mil livros, curtas-metragens brasileiros na bagagem.
Expedição Vaga-Lume, www.expedicaovagalume.org.br
Conheça a edição deste mês folheando a revista aqui no site
Destaques da edição
Edições anteriores
Assine a revista
Folheie a edição