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A pesquisadora Carla Behr, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo, está fazendo com que 40 pessoas com mais de 60 anos comam todo dia uma castanha-do-pará. O objetivo não é engordar essa turma, mas sim avaliar os benefícios do selênio, mineral presente em grande quantidade na castanha – que, de tão nossa, também é conhecida como castanha-do-brasil. De acordo com a pesquisadora, o selênio é antioxidante e pode contribuir para retardar o envelhecimento. “Pode exercer um efeito protetor no coração”, afirma ela. E, se tudo der certo, até o final do ano chega ao mercado o azeite de castanha-do-pará, produzido na reserva extrativista do Iratapuru, no Amapá. “Tem baixíssimo nível de colesterol e sabor parecido com o azeite de oliva”, diz Leonardo Tinoco, do Ibama, que ajuda a coordenar o projeto.
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