![]() |
![]() |
“Suave energia”, repete para os alunos o chinês Guo Feng Li, mestre de tai ji quan (ou tai chi chuan) no Rio de Janeiro, ao definir a intenção necessária à prática dessa antiga arte marcial do Oriente. Ele se refere ao sutil jogo de forças em cada postura, que une relaxamento e vigor por meio do alongamento de todo o corpo. Conta a lenda que a técnica nasceu da observação da briga entre uma cobra e uma garça. Com o tempo, surgiram diferentes estilos, sempre com movimentos lentos e contínuos, em seqüências (algumas exigem armas, como sabre, leque ou bastão). Mestre Li treinou na China durante três décadas. Nos quatro anos de Brasil, já formou grupos de alunos fiéis a seu estilo. Apesar do fundamento do tai ji quan ser a neutralização do oponente, os praticantes conseguem benefícios para a saúde e o bem-estar: assim como acontece no aikidô, no lian gong e em quase todas as outras práticas orientais, somos premiados com uma fabulosa circulação da energia interna, à medida que harmonizamos pensamento com movimento, mente com coração. “Aprendendo a equilibrar força e suavidade”, o mestre diz, “a vida fica mais alegre”.
Conheça a edição deste mês folheando a revista aqui no site
Destaques da edição
Edições anteriores
Assine a revista
Folheie a edição